HISTÓRIA
A primeira edição do Prêmio Jovem Cientista, realizada em 1981, foi resultado de um contato da Marconi International Fellowship, administrada pelo Instituto de Estudos Humanísticos do Colorado, nos Estados Unidos, com o CNPq. O propósito era selecionar um candidato qualificado para concorrer ao Concurso Jovem Cientista Brasileiro - Prêmio Marconi. No ano seguinte, com o objetivo de despertar a vocação científica entre os jovens, o CNPq instituiu, definitivamente, o Prêmio Jovem Cientista, por meio da Resolução Executiva nº 109/1982.

O primeiro ganhador do Prêmio Jovem Cientista foi Henrique Sarmento Malvar, na época Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Universidade de Brasília (UnB), que apresentou um trabalho sobre Telecomunicações. Atualmente, Henrique Sarmento Malvar é Diretor Geral do maior laboratório de pesquisa da Microsoft em Redmond, Washington (EUA), onde supervisiona mais de 350 pesquisadores.

Ao longo dos anos o CNPq vem acompanhando a trajetória acadêmica e profissional dos premiados. Em 2011, editou a publicação “30 anos Revelando Talentos e Impulsionando a Pesquisa” . Em 2014, o Prêmio Jovem Cientista completa 33 anos. Nesse período, tornou-se um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros.

Os principais resultados alcançados pelo Prêmio incluem:
5.500 instituições de ensino e pesquisa e 32 mil escolas de ensino médio mobilizadas na divulgação.

Mais de 314 pesquisadores especialistas em diferentes áreas do conhecimento e instuições envolvidas na escolha dos ganhadores.

185 agraciados e bolsas de estudos concedidas desde a iniciação científica ao pós-doutorado.

seis pesquisadores doutores premiados com mérito científico.

21 instituições de ensino superior e médio premiadas com o mérito institucional.

temas de relevância nacional em todas as edições, incluindo: saúde, educação, energia, esportes, alimentação, biodiversidade, telecomunicações, água, dentre outros.

19.044 inscritos envolvendo mestres e doutores, estudantes do ensino superior e ensino médio.

Vale registrar as empresas parceiras do Prêmio Jovem Cientista, como a GE em 2011 a 2013, a Eletrobrás/Procel, em 2002, permanecendo até 2007, o Grupo Ultra, com participação em 1984 e 1985, e a Companhia União dos Refinadores, que participou nos anos de 1982 e 1983. Todas contribuíram para que o prêmio tivesse uma grande visibilidade na sociedade, ressaltando a importância das atividades de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para o desenvolvimento do País.
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