O Prêmio

29ª edição 2018

Sobre o Prêmio

O Prêmio Jovem Cientista visa revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade.

Instituído em 1981, o Prêmio é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a primeira instituição federal de fomento à ciência, tecnologia e inovação e pioneira na concessão de prêmios no Brasil. O Prêmio conta com a parceria da Fundação Roberto Marinho e com o patrocínio da Fundação Grupo Boticário e do Banco do Brasil.

Aos vencedores Bolsas de Estudo do CNPq, no valor correspondente a R$ 775 mil:

Mestre
e Doutor

1º Lugar R$ 35 Mil

2º Lugar R$ 25 Mil

3º Lugar R$ 18 Mil

Estudante do
Ensino Superior

1º Lugar R$ 18 Mil

2º Lugar R$ 15 Mil

3º Lugar R$ 12 Mil

Estudante do
Ensino Médio

1º Lugar Laptop

2º Lugar Laptop

3º Lugar Laptop

Mérito
Institucional

Instituição de ensino superior R$ 40 Mil

Instituição de ensino médio R$ 40 Mil

Mérito Cintífico

R$ 40 Mil

Mestre e Doutor

  • Os vencedores da categoria Mestre e Doutor recebem bolsas de Mestrado ou Doutorado, no país, se ainda não tiverem a titulação de mestre ou doutor. Para os que já têm a titulação de doutor, são oferecidas bolsas de Pós-Doutorado Júnior, no país.

Estudante do Ensino Superior

  • Os vencedores da categoria Estudante do Ensino Superior recebem uma bolsa de Iniciação Científica ou uma bolsa de Mestrado ou de Doutorado.

Estudante do Ensino Médio

  • Os vencedores na categoria Estudante do Ensino Médio recebem uma bolsa de Iniciação Científica Júnior ou uma bolsa de Iniciação Científica.

Nossa trajetória é longa

2018 29ª Edição Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social
2014 28ª Edição Segurança alimentar e nutricional
2013 27ª Edição Água: Desafios da Sociedade
2012 26ª Edição Inovação Tecnológica nos Esportes
2011 25ª Edição Cidades Sustentáveis
2010 24ª Edição Energia e Meio Ambiente: Soluções para o Futuro
2008 23ª Edição Educação para Reduzir as Desigualdades Sociais
2006 22ª Edição Gestão Sustentável da Biodiversidade: Desafio do Milênio
2005 21ª Edição Sangue: Fluído da Vida
2004 20ª Edição Produção de Alimentos - Busca de Soluções para a Fome
2003 19ª Edição Água: Fonte da Vida
2002 18ª Edição Energia Elétrica: Geração, Transmissão, Distribuição e Uso Racional
2001 17ª Edição Novas Metodologias para a Educação
2000 16ª Edição Saúde da População: Controle de Infecção Hospitalar
1998 15ª Edição Oceanos: Fontes de Alimentos
1997 14ª Edição Novos Equipamentos, Aparelhos e Utensílios para Pessoas Portadoras de Deficiências
1996 13ª Edição Qualidade Produtiva da Agricultura
1995 12ª Edição Qualidade e Produtividade na Construção Civil
1994 11ª Edição Saúde da População: Controle de Endemias
1992 10ª Edição Qualidade dos Alimentos e Saúde do Homem
1991 9ª Edição Gerenciamento da Qualidade: o Caminho para a Modernização
1990 8ª Edição Reciclagem de Rejeitos Industriais
1989 7ª Edição Conservar Energia: um Desafio dos Anos 90
1988 6ª Edição Novos Materiais contra a Corrosão em Aços de Baixa Liga
1985 5ª Edição Alimentos de Consumo Popular: Produção e Conservação
1984 4ª Edição Química de Produtos Naturais
1983 3ª Edição Agricultura: Controle Biológico
1982 2ª Edição Energia: Fontes Alternativas e Conservação
1981 1ª Edição Telecomunicações

A primeira edição do Prêmio Jovem Cientista, realizada em 1981, foi resultado de um contato da Marconi International Fellowship, administrada pelo Instituto de Estudos Humanísticos do Colorado, nos Estados Unidos, com o CNPq. O propósito era selecionar um candidato qualificado para concorrer ao Concurso Jovem Cientista Brasileiro - Prêmio Marconi. No ano seguinte, com o objetivo de despertar a vocação científica entre os jovens, o CNPq instituiu, definitivamente, o Prêmio Jovem Cientista, por meio da Resolução Executiva nº 109/1982.

O primeiro ganhador do Prêmio Jovem Cientista foi Henrique Sarmento Malvar, na época Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Universidade de Brasília (UnB), que apresentou um trabalho sobre Telecomunicações. Atualmente, Henrique Sarmento Malvar é Cientista Chefe do Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial da Microsoft em Redmond, Washington (EUA).

Os principais resultados alcançados pelo Prêmio incluem:

Ao longo dos anos o CNPq vem acompanhando a trajetória acadêmica e profissional dos premiados. Em 2011, editou a publicação “30 anos Revelando Talentos e Impulsionando a Pesquisa” . Em 2018, o Prêmio Jovem Cientista completa 37 anos. Nesse período, tornou-se um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros.

  • Mais de 5.500 instituições de ensino e pesquisa e mais de 32 mil escolas de ensino médio mobilizadas na divulgação.
  • Mais de 314 pesquisadores especialistas em diferentes áreas do conhecimento e instuições envolvidas na escolha dos ganhadores.
  • 194 agraciados e bolsas de estudos concedidas desde a iniciação científica ao pós-doutorado.
  • Sete pesquisadores doutores premiados com mérito científico.
  • 23 instituições de ensino superior e médio premiadas com o mérito institucional.
  • Temas de relevância nacional em todas as edições, incluindo: saúde, educação, energia, esportes, alimentação, biodiversidade, telecomunicações, água, dentre outros.
  • Mais de 19 mil inscritos envolvendo mestres e doutores, estudantes do ensino superior e ensino médio.

Vale registrar as empresas parceiras do Prêmio Jovem Cientista ao longo de 37 anos dessa iniciativa: a Gerdau, que foi o mais longevo parceiro, estando presente entre 1988 e 2015, a BG Brasil de 2014 a 2015, a GE de 2011 a 2013, a Eletrobrás/Procel, em 2002, permanecendo até 2006, o Grupo Ultra, com participação em 1984 e 1985 e a Companhia União de Refinadores, que participou nos anos de 1982 e 1983. Todas contribuíram para que o Prêmio tivesse uma grande visibilidade na sociedade, ressaltando a importância das atividades de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para o desenvolvimento do País.

Não estamos sós O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Fundação Grupo Boticário e o Banco do Brasil.

Com 67 anos de existência, o CNPq tem exercido um papel central no processo de formação e qualificação de recursos humanos, no país e no exterior, e no fomento à ciência, à tecnologia e à inovação, atuando na formulação de políticas e contribuindo, de forma significativa, para o avanço da fronteira do conhecimento, do desenvolvimento sustentável e da soberania nacional. A concessão de prêmios é uma ação tradicional do CNPq desde a década de 1970. O Prêmio Jovem Cientista, criado em 1981, é estratégico uma vez que, ao impulsionar a capacitação de estudantes, jovens pesquisadores e profissionais empenhados na busca de soluções para os crescentes desafios da sociedade brasileira, agrega valor a uma perspectiva ampliada da interação ciência-tecnologia-sociedade, a partir de uma atuação científica que tem na apropriação social do conhecimento um princípio vital. O Prêmio Jovem Cientista representa um grande estímulo para a ciência e a tecnologia no Brasil e apoia os ganhadores com bolsas de estudo do CNPq, em diferentes modalidades (iniciação científica júnior, iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado júnior), para sua formação acadêmica e como incentivo ao aprofundamento e continuidade de suas pesquisas. Nossos jovens e talentosos cientistas são fundamentais nesse esforço tão cheio de desafios e incertezas.

A Fundação Grupo Boticário nasceu em 1990 como uma das primeiras instituições ligadas à iniciativa privada voltadas à conservação da natureza no Brasil. Desde então, nosso compromisso se manteve perene e inabalável.

Iniciamos nossas atividades com o apoio a iniciativas de outras instituições e nos tornamos uma das principais financiadoras de projetos ambientais do país.

Atuamos em todas as regiões do Brasil e passamos a desenvolver também ações próprias. Por meio de nossas Reservas Naturais, conservamos mais de 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.

Idealizamos e executamos iniciativas como o Oásis, pioneiro em Pagamento por Serviços Ambientais no Brasil, as Estações Natureza, buscando sempre mobilizar a sociedade para a causa da conservação. Tudo isso para mostrar que o meio ambiente não é só uma inspiração, mas uma razão para seguirmos em frente.

Nos seus 40 anos, a Fundação Roberto Marinho vem atuando nas áreas da Educação, Cultura e Meio Ambiente, criando modelos e metodologias que são replicados em parceria com agentes públicos e privados. São experiências como o Telecurso, que já formou milhões de brasileiros na educação básica; o Telecurso Tec e o Qualifica, dois projetos de educação profissional; e o Canal Futura, um modelo de TV participativa, educativa e inclusiva, que tem mobiliza redes da sociedade em todos os estados brasileiros. A Fundação já fez campanhas de preservação do patrimônio, restaurou prédios, monumentos e documentos e propôs soluções para a sustentabilidade de cada um. Ao perceber que patrimônio é tudo aquilo que dá identidade a um povo, criou o Museu da Língua Portuguesa e o Museu do Futebol, em São Paulo, o Museu de Arte do Rio, e o Museu do Amanhã, que alia educação, sustentabilidade, tecnologia, meios de comunicação e cultura. Em 2012, a Fundação criou o Florestabilidade, um projeto de educação que visa despertar vocações para carreiras florestais e oferecer recursos pedagógicos sobre a gestão sustentável das florestas para professores e técnicos da extensão rural da Amazônia. Orgulha-se de ser, há 36 anos, parceira do Prêmio Jovem Cientista – iniciativa que, além de estimular jovens talentos a experimentar, nos laboratórios, as fórmulas para um mundo melhor, ajuda, sobretudo, a construir um Brasil mais sustentável e desenvolvido.

A missão do Banco do Brasil é ser um banco rentável e competitivo, atuando com espírito público em cada uma de suas ações, junto a clientes, acionistas e toda sociedade.

Nossa visão é a de ser o banco mais confiável e relevante para a vida dos clientes, funcionários e para o desenvolvimento do Brasil.

O Banco do Brasil tem como Valores o Espírito público. Consideramos simultaneamente o todo e a parte em cada uma de nossas ações para dimensionar riscos, gerar resultados e criar valor. A Ética é inspiração e condição de nosso comportamento pessoal e institucional. Acreditamos no Potencial humano de todas as pessoas e na capacidade de um se realizar e contribuir para a evolução da sociedade.

Buscamos a Eficiência otimizando permanentemente os recursos disponíveis para a criação de valor para todos os públicos de relacionamento; e a Inovação, cultivando uma cultura de inovação como garantia de nossa perenidade. Sempre atentos à Visão do cliente. Conhecemos os nossos clientes, as suas necessidades e expectativas e proporcionamos experiências legítimas Banco do Brasil que promovem relações de longo prazo e que reforçam a confiança na nossa marca.